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Sem titulo....

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#1 Sem titulo.... em 9/12/2012, 5:25 pm

Yuu }i{

Usuário Nível 4
Usuário Nível 4

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Bom, é o meu primeiro texto, um breve texto que eu particulamente acho que não ficou bom, mas..

Então..não sei bem o porque dessa historia, mas irei mostrar pra vocês...

...



Spoiler:

...

Não quero e nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquele acampamento. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva, e que de certa forma, me sentia bem só...

Tudo havia acontecido assim tão rápido, tudo era ainda tão confuso...

[Lembrança:]

-Yoko... Vamos, a natureza nos espera... - Gin falava com um imenso sorriso no rosto.

Yoko agora retribuía o sorriso com grande entusiasmo e curiosidade.

[fim]

Havíamos chegado fazia apenas um dia, e agora me encontrava no meio de todos os que, havia conhecido com um ar sombrio e devastador.

Gin havia chegado com tanta ansiedade, pois não via a hora de vasculhar cada canto desse tão falado acampamento.

Mas depois de uma longa e dura conversa eu imagino, ele não demonstrara mais nenhuma reação, tanto referente ao acampamento quanto a qualquer assunto que normalmente chamaria sua atenção.

Pensei em falar-lhe assim que percebi a gravidade do tal assunto desconhecido, mas já devíamos estar quase no fim de uma trilha que do nada o coordenador sugerira e até aquele instante não me ocorrera dizer-lhe qualquer palavra. Mas no momento em que nos encontrávamos, tão sem artifícios, não combinava mesmo a ociosidade de um diálogo.

Ao chegarmos novamente ao acampamento, estávamos sós.

E o melhor ainda era não fazer nada, não dizer nada apenas observar as pequenas e cintilantes estrelas que começavam a aparecer.

Alguns segundos depois...

Segurei sua mão, como forma de mostrar que estava ali e que ele podia contar comigo. Ali estávamos os dois silenciosos, enquanto os outros três juntamente com o coordenador conversavam mais a frente, sobre algo aparentemente interessante, mas que não despertava qualquer interesse da parte de Gin.

Desviei o olhar para Gin, que agora me olhava atentamente, reparei que apesar da tristeza que aparentava, seus belos olhos claros tinham um extraordinário brilho, de compreensão talvez.

Levantou então a cabeça, o queixo agudo era altivo, mas o olhar tinha a expressão doce.

Estiquei minha mão em sua direção, mas agora era como se quisesse que eu aceitasse algo, mas não sabia bem o quê.

Mais alguns minutos se passaram, ele se levantara agora como se quisesse ficar só naquela noite, sem lembranças, sem...

Passei a não saber mais o que fazer, pois parecia agora que eu tinha algo haver com o que estava acontecendo com Gin.

Ele então foi para a barraca, onde atirou-se de bruços nas pequenas almofadas que ali se encontravam, e ficou de olhos escancarados fundidos na escuridão...

Eu agora o observava, era como se Gin gritasse meu nome desesperadamente, era como se não aceitasse algo em que eu estava envolvida...

Lembrei-me por um vasto momento de Gin e eu...

[Lembrança:]

-Gin, o que tem pra me dizer, vamos fale... - falei em um tom de brincadeira.

-Yoko... Você é e sempre será minha amiga, mas não sei se... – Gin me falava com um jeito muito atencioso, seus olhos brilhavam, mas, foi interrompido com a chegada de um amigo...

[fim.]

Agora isso começou a me afligir, o que será que Gin queria me falar, seria esse o motivo do seu profundo e tão desesperador silêncio...

Nossa, mas essa noite parece não acabar mais, pensei enquanto observava Gin finalmente se levantar, agora em que todos dormiam, ele estava vindo em minha direção, parecia determinado.

Ele sentou-se ao meu lado e olhou fixamente em meus olhos, fiquei imóvel, era como se ele estivesse me prendendo, então vagarosamente estendeu sua mão para mim, ainda com o olhar fixo em seus olhos segurei sua mão, e no exato momento em que o toquei era como se eu despertasse de um imenso trauma que havia sofrido, de repente, tudo começou a se iluminar e... Era como se estivesse vendo pelos olhos de Gin...

Luzes piscavam e algumas pessoas estavam em minha volta, me vi então em uma sala, tudo era branco ao meu redor, uma dor agora atormentava minha cabeça, e lembrara agora de um pouco antes...

[lembrança:]

Yoko... Vamos, a natureza nos espera... - Gin falava com um imenso sorriso no rosto.

Eu retribuí o sorriso com grande entusiasmo e curiosidade.

-Gin, eu vou ter que ir atrás, eu vou pegar algumas coisas... – eu falava com um sorriso imenso, Gin veio até mim e me abraçou logo ele entrou no carro com os outros e deu uma ultima acenada...

Não demorou muito e eu já estava dentro do meu carro pronta para ir ao encontro deles...

A viagem estava tranquila até um pequeno imprevisto acontecer, um carro que passou em alta velocidade jogou algo sobre o retrovisor, o que fez com que eu desviasse minha atenção, o carro então fez um zig-zag na pista, mas antes que eu pudesse retomar o controle, o carro derrapou sobre um pequeno barranco ficando preso numa arvore, eu tinha levado um baque forte na cabeça e a ambulância demorou a chegar, novamente fui arrastada para uma sala branca onde estavam em minha volta, só pude ouvir um barulho muito alto e de repente a expressão nos rostos dessas pessoas mudara por completo, agora estavam com um ar de imenso desapontamento...

[fim.]

Agora essa imensa luz sumira e podia apenas olhar o olhar serio de Gin fixo ao meu, só agora conseguia entender a frieza de Gin seu silencio...

Só ele podia me ver e isso o afetava muito, agora me encontrava meio que desesperada, sem tirar o olhar de Gin estava imóvel não conseguia me mover, só o olhava atentamente na esperança de que tudo não passasse de um sonho ruim, só um sonho ruim...

-Yoko, você sempre estará comigo, e eu sempre estarei com você... – Gin me falava com um meio sorriso e algumas lágrimas teimosas escorreram sobre seu rosto.

Nesse momento era como se retomasse a noção... Mas ainda havia algo que me impedia de partir.

Agora já estava quase amanhecendo e de repente Gin se dirigia a mim novamente...

-Yoko... Eu... – Nesse momento sentia como se algo se projetasse em minha volta – Eu amo você!

Nesse instante uma luz Branca me iluminou por completo, com o sol já se pondo, essa luz guiava-me até um imenso clarão, duas vezes voltei me ainda para ver o acampamento que a os poucos iluminava-se, pude ver Gin então por uma ultima vez, ele me olhava sereno agora de joelhos, pude ouvi-lo dizer adeus umas duas vezes, lhe deixe um sorriso no qual correspondeu, me perdi então no meio do clarão, logo depois era como se eu fosse como o vento leve e sinuoso, agora via Gin sendo confortado por todos aqueles que não tive a chance de conhecer bem e com o vento fui me afastando tive uma breve lembrança de momentos felizes que passei e então partir.

...

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#2 Re: Sem titulo.... em 10/12/2012, 11:10 am

barão negro

Usuário Nível 7
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Olha nao esta nada mal. Voce detalha muito bem as emoçoes, so acho que poderiaa descrever mais o cenário, mas fora isso ta muito bom

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#3 Re: Sem titulo.... em 10/12/2012, 2:57 pm

Yuu }i{

Usuário Nível 4
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© BarãoNegro © escreveu:Olha nao esta nada mal. Voce detalha muito bem as emoçoes, so acho que poderiaa descrever mais o cenário, mas fora isso ta muito bom


=)..

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#4 Re: Sem titulo.... em 10/12/2012, 3:46 pm

Raku Ichijou

Usuário Nível 7
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Bom, como sou Coordenador e AVALIADOR de textos, terei que fazer algo completo. Confessarei que não entendi de muito sobre a história, apenas de que é um romance, não sei igualmente se haverá alguma continuação. Isto vem de sua parte, se possível, me reponda.

Pontos fortes :

Seu texto é bem feito, praticamente sem erros, e é bastante emotivo, o quê pode ser tanto bom quanto ruim, tem que saber como utilizar as emoções a seu favor, caso contrário, ficaria muito meloso. Um texto que pode ter muitas opções de se criar idéias, muito bom.

Pontos fracos :

Como o Leo ( BarãoNegro ) disse, precisa de maior descrição no cenário, não posso dizer muito por que não entendi ao certo a história, se possível, me explique o final, por favor. Estou com pressa, então continuarei depois os pontos fracos.


__________________________________________________________________________________________________
Dragon´s Chi[/b]
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[i][b]Summer Adventures ( Em Breve )
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#5 Re: Sem titulo.... em 10/12/2012, 4:47 pm

Yuu }i{

Usuário Nível 4
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Raku Ichijou escreveu:Bom, como sou Coordenador e AVALIADOR de textos, terei que fazer algo completo. Confessarei que não entendi de muito sobre a história, apenas de que é um romance, não sei igualmente se haverá alguma continuação. Isto vem de sua parte, se possível, me reponda.

Pontos fortes :

Seu texto é bem feito, praticamente sem erros, e é bastante emotivo, o quê pode ser tanto bom quanto ruim, tem que saber como utilizar as emoções a seu favor, caso contrário, ficaria muito meloso. Um texto que pode ter muitas opções de se criar idéias, muito bom.

Pontos fracos :

Como o Leo ( BarãoNegro ) disse, precisa de maior descrição no cenário, não posso dizer muito por que não entendi ao certo a história, se possível, me explique o final, por favor. Estou com pressa, então continuarei depois os pontos fracos.

=)..Bom, sinceramente ñ pensava em continuação...mas acho q ñ vai ter continuação..
Quanto a o fim, hm.. bom o texto é basicamente um relato da personagem quanto a o fato de sua morte ainda ser desconhecida pela mesma, então... o fim é +ou- sua ultima "visão" e lembranças felizes...

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#6 Re: Sem titulo.... em 10/12/2012, 6:04 pm

konor

Administrador
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bom alendisso que citarao dos cenarios voce uza muito de lembransas do passado logo no inicio do texto,acho que isso deveria estar um pouco mais distante como la pelo capitulo 3 ou 4,na minha "opiniao" o capitulo 1 compensa mais ser ultilizado como introdusao para podermos entender melhor a historia


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#7 Re: Sem titulo.... em 11/12/2012, 5:27 pm

Raku Ichijou

Usuário Nível 7
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Não, Dante, como ela disse, não terá continuação, bom, Lilly, já que você me falou, entendi a história, ela é boa, acho que te darei um B, contanto, quero que me prometa que levará a sério os Pontos fracos, sempre tentando melhorar.

Vou citar mais alguns :

Descrição dos personagens, no texto, foi algo muito básico. Acho também que você precisa adicionar mais "história", vejo que há partes em que o texto não sai do lugar. E... como já havia dito, o CENÁRIO. Bem , é isso, aprenda errando. Smile


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#8 Re: Sem titulo.... em 11/12/2012, 5:54 pm

Yuu }i{

Usuário Nível 4
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Raku Ichijou escreveu:Não, Dante, como ela disse, não terá continuação, bom, Lilly, já que você me falou, entendi a história, ela é boa, acho que te darei um B, contanto, quero que me prometa que levará a sério os Pontos fracos, sempre tentando melhorar.

Vou citar mais alguns :

Descrição dos personagens, no texto, foi algo muito básico. Acho também que você precisa adicionar mais "história", vejo que há partes em que o texto não sai do lugar. E... como já havia dito, o CENÁRIO. Bem , é isso, aprenda errando.

XD...pode deixar...=)
Obrigado...

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#9 True freedom. em 26/1/2013, 9:49 pm

Yuu }i{

Usuário Nível 4
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Foi oq deu pra fazer, estive meio sem tempo.

E sinceramente acho q ñ ficou nada bom, mas vamos lá. =)

*Não é um texto muito grande.
Spoiler:

True freedom.

15-11-1872.

Presidio de ext. Day.

00h00min.

Sullivan gales, o renomado escritor , cambaleava rumo a sua tão esperada liberdade, afinal ele estivera a lutar por ela até o momento em que se encontrava, baleado e sem ninguém a sua espera.

- Então é isso, como se sente tão próximo do seu objetivo?- disse uma voz gelada, arrepiantemente próxima.

A pouco mais de dois metros estava o portão que o libertaria dos seus medos, o som da correria soava em seus ouvidos, todos estavam apavorados, não era pra menos a prisão estava um verdadeiro caos o fogo que sullivan provocara tomara conta de quase metade do lugar, era a oportunidade que tinha, agora em que os registros de sua prisão, assim como da maioria dos outros detentos havia virado pó. Sua aliada vigiava atentamente tudo em sua volta, já que apesar do tumultuo ela sabia que os guardas não deixariam um presidiário sair facilmente. Era alta e curvilínea, sua pele parda realçava seus olhos castanhos claros e seus longos cachos escuros.

-Gales, está me ouvindo?- o olhava com receio de sua palavras.

- Espera, está faltando alguma coisa, só uma coisa...- sua expressão enfatizava sua agonia.

-Gales o que está faltando, do que você está falando?- segurava em seu ombro* - nos vamos conseguir juntos, nada nos impede.

- há uma coisa...- ele apontava para o portão, bem do lado havia uma trava de segurança, que levaria uns 15 minutos só para entre abrir o portão- e os guardas já estão vindo para essa ala, tá faltando alguma coisa, a ultima coisa que libertará nos dois.



09-11-1872

Casa de Campo de Gales.

O silêncio do jardim ressoava sobre todo o lugar, Gales observa imóvel sua mulher e filha caídas sobre o canteiros de rosas.

- Não devia ter fugido.- um homem baixo e musculoso com uma cicatriz no pescoço se dirigia eufórico a Gales- Diga-me onde é que está?

- Não sei do que você tá falando, quem é você, o que nós fizemos pra você?- Gales gritava furioso enquanto acariciava o rosto de sua filha assassinada.

-Mente! Você deve... – ele foi interrompido por um telefonema, antes de atender se dirigiu aos dois homes que estavam com ele- fiquem de olho nele.- ele olhou seriamente a Gale*

-Aonde você se meteu? – disse com uma voz rigorosa.

- Não se preocupe, estou resolvendo tudo com Yan.

-Yan! Como assim esta resolvendo?- Falava enfurecido.

- Sim, estou resolvendo, é uma questão de segundos até ele abri a boca...- fora interrompido.

- Idiota! Como sempre fazendo besteira, eu mesmo fiz questão de pessoalmente cuidar desse caso, e agora você me apronta essa!

- Mas...Então esse não é...- falava tremulo.

- Não importa mais, acabe com isso agora, isso é um problema seu! – desligou o telefone*

O homem agora refletia, com os pensamentos a rodopiarem atormentando lhe, não sabia o que fazer, o arrependimento tomara conta, só havia uma solução. Ele andou em direção a Gale que ainda observava perplexo suas amadas sobre o canteiro, ele sacou a arma apontando-a para Gales.

- Se enganou foi?... – Gales virou para o homem que apontava lhe a arma*Gales sentia agora uma forte adrenalina percorrer lhe as veias- Desgraçado!- nesse momento ele avançou pra cima do homem e tomou lhe a arma no surto de adrenalina engatilhou a arma e disparou até não restar nenhuma bala.

Os outros homens nada fizeram para impedir, quando avistaram a policia saíram rapidamente, deixando apenas Gales e os três cadáveres no cenário de dor e raiva. Quando a policia chegou Gales estava sentado em sua poltrona, olhava fixamente para a parede seus olhos brilhavam e lagrimas escorriam sobre sua face empalidecida.

- Você está preso!- o policial o pegava pelo braço, colocando- lhe algema e praticamente o arrastando para fora da casa, mesmo ele não demonstrando nenhuma reação.*

Já na prisão Gales parecia menos transtornado, mas não mencionara uma palavra sobre o incidente, observava tudo em sua volta, em sua ficha constava “triplo assassinato”, ele nada fizera para defender-se, o que restava era aguentar, pelo menos por enquanto. Os dias pareciam passar cada vez mais devagar. Na Prisão conheceu Myrna uma presidiaria que já havia sofrido bastante para um mês de Prisão, foi condenada á dois anos e meio por um crime que não cometeu, mas assumiu para livrar sua irmã mais nova, Gales ajudava Myrna quando podia já que sua beleza chamava atenção no presidio, mas sua frieza também era reconhecida.

13-11-1872

Já Fazia quatro dias que Gales estava preso, e nesses últimos dias esteve mais quieto do que normalmente o que chamou a atenção de Myrna. Ela estava certa em suspeitar desse silêncio repentino de Gales, ele já começara a planejar a sua fuga, como tinha se aproximado de Myrna levaria ela junto, então contou lhe o que planejava. Juntos eles começaram a arquitetar tudo, apesar de Myrna ser uma menina aparentemente frágil, ela podia ser torna muito temível quando em situação critica, então para ela seria fácil arquitetar algo simples, porém devastador.

15-11-1872

23h35min

Ala 2B

Gales levantara da cama observando em meio a escuridão, se aproximou da grade de sua cela e a abriu facilmente, afinal não era algo muito difícil para um antigo chaveiro e também escritor. Ele andava rapidamente pelos longos corredores da prisão até chegar em frente a cela de Myrna.

-Myrna! Vamos é agora.- ele sussurrava enquanto abria a cela, não havia nenhum guarda inspecionando naquele horário, Myrna sabia mesmo o que fazer quando queria.

- Nos encontramos no local combinado. Cuidado!- Gales agora se afastava.

-Ok... – Myrna andava cautelosamente para o lado oposto de Gales, esperançosa de que tudo ocorresse bem.

Na cozinha do presidio, Gales espalhava gasolina, e tudo inflamável que conseguiu encontrar, assim que o alarme de incêndio tocasse todas as portas das celas iriam se abrir, Gales foi espalhando os produtos até a sala dos registros, então acendeu um cigarro e jogou o fosforo em chamas na trilha que havia feito, rapidamente o fogo começara a se espalhar. Gales saiu andando com um meio sorriso, já estava lá fora e podia ver o estrago que havia causado, todos corriam as portas das celas já estavam abertas pelo menos da grande maioria, uma rebelião havia se formado, porém um tiro certeiro acertou Gales bem no peito. O policial que disparara o tiro contra Gales foi imobilizado por uns presidiários. Gales cambaleava ao encontro de Myrna.

00h05min

-Gales, Gales!- Myrna chamava-o alarmante.

Gales olhou para Myrna*- Sou eu.- Afirmou.

-O que, como assim?- Perguntou confusa.- você o que?

Gales lembrara por um segundo de tudo o que havia acontecido com ele, dos seus momentos felizes, de tudo.

-Só um de nós conseguirá sair, e eu sou a peça que faltava pra ser uma vitória perfeita rumo a liberdade. – Seus olhos brilhavam*

- Não como assim?- Myrna se agitara.

- Eu vou cuidar daquilo... - apontava para a trava de segurança do portão*- enquanto você sai.

-Mas e você?- Myrna não sabia o que fazer.

- Esta tudo bem, eu distraio os policiais quando eles chegarem, eles não vão notar que você saiu.

- É algo pelo qual queira se sacrificar? Você tem que vir também.

-Não se preocupe, era pra ser assim, vá e viva!- ele segurou em sua mão.*- Agora vamos os guardas estão chegando corra o mais rápido que puder vá pra bem longe daqui e principalmente seja feliz.- ele sorriu para ela*

Gales quase não conseguia respirar mais mesmo assim esforçou-se o máximo e conseguiu entre abrir o portão, Myrna saiu e o olhou pela ultima vez, agora Gales estava caído próximo ao portão não conseguira mais aguentar, os guardas estavam chegando e a dor estava tomando conta, Myrna quase que voltou para socorrer o amigo, mas foi impedida. Gales a olhava como se dissesse obrigado, uma lagrima escorrera sobre a face pálida de Myrna que corria rumo a liberdade. Os olhos de Gales brilhavam uma lágrima havia brotado, antes de seu ultimo suspiro Gales pronunciou- O meu trabalho aqui está feito!- ele sorriu- seja feliz Myrna.

...

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